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	<title>Re... Elizabeth</title>
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	<description>Riscos &#38; Rabiscos</description>
	<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 11:57:39 +0000</pubDate>
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		<title>Queria ser Poesia</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 11:57:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Re...Elizabeth</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Traçando Rabiscos]]></category>

		<category><![CDATA[ãmago]]></category>

		<category><![CDATA[nascer]]></category>

		<category><![CDATA[palavras]]></category>

		<category><![CDATA[poesia]]></category>

		<category><![CDATA[Riscos Noturnos]]></category>

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		<description><![CDATA[
Se eu pudesse ser um rabisco, não sei que traçado teria&#8230;
se arrebatador ou silencioso&#8230; não sei&#8230; mas queria.
Queria ser gerada no âmago, em meio à imensidão infinita das comoções,
onde habitam os ingredientes necessários para se gerar um rabisco.
Queria nascer num tempo, no qual o próprio tempo não se inscreve&#8230;
através de códigos emocionados, fluir liberta do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #b6b089;"><a href="http://www.enviealegria.com.br/figuras/envia.php?cat=amor&amp;img=z1227095770.jpg" target="_blank"><img class="aligncenter" title="CLIQUE aqui para enviar esta figura para o Orkut,Blog, Flog..." src="http://www.enviealegria.com/figuras/amor/z1227095770.jpg" alt="" width="500" height="400" /></a></span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">Se eu pudesse ser um rabisco, não sei que traçado teria&#8230;<br />
se arrebatador ou silencioso&#8230; não sei&#8230; mas queria.</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">Queria ser gerada no âmago, em meio à imensidão infinita das comoções,<br />
onde habitam os ingredientes necessários para se gerar um rabisco.</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">Queria nascer num tempo, no qual o próprio tempo não se inscreve&#8230;<br />
através de códigos emocionados, fluir liberta do ventre da memória,<br />
emergir em meio às palavras&#8230;atropelando o espaço de tempo.</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">Queria crescer numa miscelânea de rabiscos, brincar no tempero das emoções<br />
num jardim repleto de camélias, orquídeas, jasmim e singelas margaridas.</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">Queria a juventude do rabisco, exalar o aroma de doces melodias,<br />
lembrar a sinfonia de pequenos pássaros num alvorecer primaveril,<br />
e penetrar nas entranhas da paixão, onde  a vestimenta  é pele.</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">Queria ser a sensibilidade do rabisco adulto, viver a essência do amor,<br />
sentir as particularidades dos versos, a magia da transição&#8230;<br />
enquanto o olhar decodifica o diálogo atemporal e silencioso.</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">Queria a sabedoria do rabisco maduro&#8230;sorrir para a vida sem barganhar,<br />
em sintonia no jogo da cumplicidade e afinidade do ser e viver.</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">Re&#8230;Elizabeth</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">(Rio de Janeiro/Rj, quarta-feira, 19 de novembro de 2008)</p>
<p>*Respeite os Direitos Autorais</span></p>
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		<title>Promessa do Alvorecer</title>
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		<comments>http://www.enviealegria.com.br/reelizabeth/2008/11/promessa-do-alvorecer/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2008 09:28:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Re...Elizabeth</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Riscos Matutinos]]></category>

		<category><![CDATA[alvorecer]]></category>

		<category><![CDATA[amanhecer]]></category>

		<category><![CDATA[dia]]></category>

		<category><![CDATA[esperança]]></category>

		<category><![CDATA[sol]]></category>

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		<description><![CDATA[Aguardo no fim da madrugada
a noite se dissipar, a luz o breu
expulsar&#8230; e o dia inaugurar. 
É tão linda a promessa .do alvorecer,
que chego a desejar que demore
&#8230;um pouco mais.
Enquanto espero o sol despertar, 
tento traçar uma rota
que aponte a inspiração.
Um mapa que seduz sem pressa,
pois sabe que a cidade em mim,
ainda esta adormecida.
A paisagem enamora Morfheu,
sem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #b6b089;">Aguardo no fim da madrugada<br />
a noite se dissipar, a luz o breu<br />
</span><span style="color: #b6b089;">expulsar&#8230; e o dia inaugurar. </span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">É tão linda a promessa .do alvorecer,<br />
que chego a desejar que demore<br />
&#8230;um pouco mais.</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">Enquanto espero o sol despertar, <br />
tento traçar uma rota<br />
que aponte a inspiração.</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">Um mapa que seduz sem pressa,<br />
pois sabe que a cidade em mim,<br />
ainda esta adormecida.</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">A paisagem enamora Morfheu,<br />
sem fazer o sinal da cruz,<br />
pois não peca sonhando.</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">Neste ínterim, o  dia constrói o futuro,<br />
mesmo sem estar de corpo presente&#8230;<br />
e a utopia supera a selvageria.</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">Lá vai a esperança, de carona,<br />
no arco teso que dispara setas<br />
no horizonte do amanhecer.</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">Onde a paz sempre terá o amor de aliado,<br />
o riso sempre terá a alegria de companhia,<br />
o poder terá o querer (quase sempre).</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">Onde o beijo sempre almejará tua boca,<br />
a idade sempre superará a experiência,<br />
a convivência sempre estimulará a amizade.</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">E o dia nasce&#8230;repleto de luz,<br />
celebrando o encantamento do viver&#8230;<br />
refazendo a festa do óbvio, que mora no cotidiano.</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">Re&#8230;Elizabeth</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">(Rio de Janeiro/RJ, sexta-feira, 14 de novembro de 2008)</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">*Respeite os Direitos Autorais</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Cantares do Alvorecer</title>
		<link>http://www.enviealegria.com.br/reelizabeth/2008/11/cantares-do-alvorecer/</link>
		<comments>http://www.enviealegria.com.br/reelizabeth/2008/11/cantares-do-alvorecer/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2008 08:42:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Re...Elizabeth</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Riscos Matutinos]]></category>

		<category><![CDATA[alvorecer]]></category>

		<category><![CDATA[amanhecer]]></category>

		<category><![CDATA[canto]]></category>

		<category><![CDATA[cotidiano]]></category>

		<category><![CDATA[dia]]></category>

		<category><![CDATA[pássaros]]></category>

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		<description><![CDATA[
O canto dos pássaros
ecoam entre as estrelas
e o telhado do alvorecer
&#8230;invadindo o dia!
O canto dos pássaros
reverenciam o amanhecer
esticando o arame do violino
abandonado no cais da madrugada.
O canto dos pássaros
restauram a ressonância
da paixão,  aprisionada
na gaiola do prazer noturno.
O canto dos pássaros
é a primeira roupa do dia,
enquanto o sol no horizonte
copula com a esperança.
O canto dos pássaros
é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #b6b089;"><a href="http://www.enviealegria.com.br/figuras/envia.php?cat=saudacoes&amp;img=z1226479266.jpg" target="_blank"><img class="aligncenter" title="CLIQUE aqui para enviar esta figura para o Orkut, Blog, Flog..." src="http://www.enviealegria.com/figuras/saudacoes/z1226479266.jpg" alt="" width="500" height="400" /></a></span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">O canto dos pássaros<br />
ecoam entre as estrelas<br />
e o telhado do alvorecer<br />
&#8230;invadindo o dia!</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">O canto dos pássaros<br />
reverenciam o amanhecer<br />
esticando o arame do violino<br />
abandonado no cais da madrugada.</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">O canto dos pássaros<br />
restauram a ressonância<br />
da paixão,  aprisionada<br />
na gaiola do prazer noturno.</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">O canto dos pássaros<br />
é a primeira roupa do dia,<br />
enquanto o sol no horizonte<br />
copula com a esperança.</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">O canto dos pássaros<br />
é a escolta do aroma das flores,<br />
interrompendo a sesta do vento&#8230;<br />
impregnando, de cheiros, o cotidiano.</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">O canto dos pássaros<br />
estreita as vigas da face<br />
com a rede do sorriso&#8230;<br />
em harmonia com a estação.</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">O canto dos pássaros<br />
faz a desafinada cigarra<br />
crer que já é verão&#8230;<br />
com o calor da canção.</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">Re&#8230;Elizabeth</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">(Rio de Janeiro/RJ, quarta-feira, 12 de novembro de 2008)</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">*Respeite os DIreitos Autorais</span></p>
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		<title>Doce Jasmin</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 20:59:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Re...Elizabeth</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Riscos Matutinos]]></category>

		<category><![CDATA[calçada]]></category>

		<category><![CDATA[esperança]]></category>

		<category><![CDATA[rima]]></category>

		<category><![CDATA[vida]]></category>

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		<description><![CDATA[
Sigo pela calçada da vida
entre um riso e uma rima
nos bares, de mesas vazias
embriagada por quimeras
deixando a  alma delirar
no absinto das  velhas garrafas
que  vestem as prateleiras
das lembranças do viver.
E a história (re)começa
onde o tempo parou&#8230;
pincelando minha aquarela
com mil cores e amores
deixando na paisagem
a esperança singela
de que um dia alguém
ainda leia meus versos
e decifre meu querer.
Volto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #b6b089;"><a href="http://www.enviealegria.com.br/figuras/envia.php?cat=pensamentos&amp;img=z1226437113.jpg" target="_blank"><img class="aligncenter" title="CLIQUE aqui para enviar para o Orkut, BLog, Flog..." src="http://www.enviealegria.com/figuras/pensamentos/z1226437113.jpg" alt="" width="500" height="400" /></a></span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">Sigo pela calçada da vida<br />
entre um riso e uma rima<br />
nos bares, de mesas vazias<br />
embriagada por quimeras<br />
deixando a  alma delirar<br />
no absinto das  velhas garrafas<br />
que  vestem as prateleiras<br />
das lembranças do viver.</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">E a história (re)começa<br />
onde o tempo parou&#8230;<br />
pincelando minha aquarela<br />
com mil cores e amores<br />
deixando na paisagem<br />
a esperança singela<br />
de que um dia alguém<br />
ainda leia meus versos<br />
e decifre meu querer.</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">Volto a clamar a esperança<br />
que nunca desertou daqui&#8230;<br />
e meu corpo, que fora lançado<br />
pro ventre da terra impura&#8230;<br />
acorda impregnado, do doce jasmin,<br />
perfumando os versos de ternura<br />
que regi esta manhã de magia<br />
sem cometer nenhuma heresia!</p>
<p><span style="color: #b6b089;">Re&#8230;Elizabeth</p>
<p>(</span></span><span style="color: #b6b089;">Rio de Janeiro/RJ, terça-feira, 11 de novembro de 2008)</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">*Respeite os Direitos Autorais</span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Sorria&#8230;ou já Morreu!</title>
		<link>http://www.enviealegria.com.br/reelizabeth/2008/11/sorriaou-morreu/</link>
		<comments>http://www.enviealegria.com.br/reelizabeth/2008/11/sorriaou-morreu/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 09 Nov 2008 15:19:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Re...Elizabeth</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Esboçando a Semana]]></category>

		<category><![CDATA[descansar]]></category>

		<category><![CDATA[domingo]]></category>

		<category><![CDATA[feira]]></category>

		<category><![CDATA[festejar]]></category>

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		<description><![CDATA[
Só não sorri para a vida
quem já morreu no domingo!
Saia.. caminhe à beira do mar,
deite-se na areia, só por deitar
&#8230;sem nada para pensar&#8230;.
afinal praia foi feita pra delirar
e domingo pra descansar.
Passeie&#8230;vá para o campo
coberto de sentimentos bucólicos,
faça um pic-nic á sombra
de floridas laranjeiras&#8230;
lendo a manchete: (de ontem)
-&#8221;Bons tempos para amanhã&#8221;.
Viage&#8230;.pelas ruas desérticas
de  feira, ausente e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #b6b089;"><a href="http://www.enviealegria.com.br/figuras/envia.php?cat=saudacoes&amp;img=z1226243866.jpg" target="_blank"><img class="aligncenter" title="CLIQUE para enviar para o Orkut, Blog, Flog..." src="http://www.enviealegria.com/figuras/saudacoes/z1226243866.jpg" alt="" width="500" height="400" /></a></span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">Só não sorri para a vida<br />
quem já morreu no domingo!</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">Saia.. caminhe à beira do mar,<br />
deite-se na areia, só por deitar<br />
&#8230;sem nada para pensar&#8230;.<br />
afinal praia foi feita pra delirar<br />
e domingo pra descansar.</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">Passeie&#8230;vá para o campo<br />
coberto de sentimentos bucólicos,<br />
faça um pic-nic á sombra<br />
de floridas laranjeiras&#8230;<br />
lendo a manchete: (de ontem)<br />
-&#8221;Bons tempos para amanhã&#8221;.</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">Viage&#8230;.pelas ruas desérticas<br />
de  feira, ausente e frenética,<br />
encontre familias e amigos,<br />
pelo parque e calçadas, a passear.<br />
Eles sorriem, sem perceberem<br />
que o dia, esta instigando a festejar!</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">Re&#8230;Elizabeth</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">(Rio de Janeiro/RJ, domingo, 09 de novembro de 2008)</p>
<p><span style="color: #b6b089;">*Respeite os DIreitos Autorais</span></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Quando chega o Domingo&#8230;</title>
		<link>http://www.enviealegria.com.br/reelizabeth/2008/11/quando-chega-o-domingo/</link>
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		<pubDate>Sun, 09 Nov 2008 10:28:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Re...Elizabeth</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Fé &amp; Religiosidade]]></category>

		<category><![CDATA[chega]]></category>

		<category><![CDATA[Criador]]></category>

		<category><![CDATA[domingo]]></category>

		<category><![CDATA[Jesus]]></category>

		<category><![CDATA[louvor]]></category>

		<category><![CDATA[Senhor]]></category>

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		<description><![CDATA[
Quando chega domingo,
âncoro no cais da paz&#8230;
onde frágeis barquinhos
&#8230;incansáveis, e suas redes,
zarpam, pescando almas,
que seguem pela feira
perseguindo o amor,
na contradição da dor.
Quando chega o domingo,
plaino no céu anil&#8230;
olhando a costa inteira,
um mar de gaivotas,  
que mantém no olhar
a razão de lutar, sorrindo
ante a palavra, que ecoa,
ao vento, chega e consola.
Quando chega o domingo,
deleito-me no silêncio&#8230;
deixando as  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #b6b089;"><a href="http://www.enviealegria.com.br/figuras/envia.php?cat=religiosos&amp;img=z1226226460.jpg" target="_blank"><img class="aligncenter" title="CLIQUE  aqui para enviar para o Orkut, Blog, Flog..." src="http://www.enviealegria.com/figuras/religiosos/z1226226460.jpg" alt="" width="500" height="400" /></a></span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">Quando chega domingo,<br />
âncoro no cais da paz&#8230;<br />
onde frágeis barquinhos<br />
&#8230;incansáveis, e suas redes,<br />
zarpam, pescando almas,<br />
que seguem pela feira<br />
perseguindo o amor,<br />
na contradição da dor.</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">Quando chega o domingo,<br />
plaino no céu anil&#8230;<br />
olhando a costa inteira,<br />
um mar de gaivotas,  <br />
que mantém no olhar<br />
a razão de lutar, sorrindo<br />
ante a palavra, que ecoa,<br />
ao vento, chega e consola.</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">Quando chega o domingo,<br />
deleito-me no silêncio&#8230;<br />
deixando as  velhas cabeças<br />
descansarem da labuta diária,<br />
relaxando os dentes cerrados pelo medo,<br />
deixando-se envolver pelas palavras,<br />
mudas e antigas, de sabedoria<br />
&#8230;que transpõe o mar de estar.</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">Quando chega o domingo,<br />
meu coração se faz rio&#8230;<br />
jorrando alegria&#8230;inundando a orla, <br />
agregando-me ao rebanho do Criador.<br />
E as palavras guturais saem firmes,<br />
quando articuladas&#8230;cantam líricamente,<br />
não se escondem mais atrás da boca,<br />
e declaram seu amor ao Criador!</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">Quando chega o domingo,<br />
meu oceano é Teu Mar&#8230;<br />
e a paixão não se faz secreta<br />
&#8230;é aberta&#8230;e clama o Teu Nome,<br />
banhando-se nas águas límpidas<br />
de Teu Amor e Louvor&#8230;.<br />
para que se cumpra na  minha rota<br />
 a linha do Teu Amor&#8230; Meu Senhor!</p>
<p></span><span style="color: #b6b089;">Re&#8230;Elizabeth</p>
<p><span style="color: #b6b089;">(Rio de Janeiro/RJ, domingo, 09 de novembro de 2008)</p>
<p></span></span><span style="color: #b6b089;">*Respeite os Direitos Autorais</span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Cores da Manhã</title>
		<link>http://www.enviealegria.com.br/reelizabeth/2008/11/cores-da-manha/</link>
		<comments>http://www.enviealegria.com.br/reelizabeth/2008/11/cores-da-manha/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2008 10:07:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Re...Elizabeth</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Riscos Matutinos]]></category>

		<category><![CDATA[bom dia]]></category>

		<category><![CDATA[cores]]></category>

		<category><![CDATA[cotidiano]]></category>

		<category><![CDATA[manhã]]></category>

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		<description><![CDATA[
Arco-íris da manhã,
vidente do alvorecer,
aquarela do cotidiano,
cativando a &#8220;feira&#8221;&#8230;
Entre! Não repare
&#8230;.no desalinho
acabei de acordar,
e vim correndo
a janela escancarar
para a luz do sol entrar
e me deparei com você,
beijando o meu dia!
Re&#8230;Elizabeth
(Rio de Janeiro/RJ,  segunda-feira, 03 de novembro de 2008)
*Repeite os Direitos Autorais
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #b6b089;"><a href="http://www.enviealegria.com.br/figuras/envia.php?cat=saudacoes&amp;img=z1226227252.jpg" target="_blank"><img class="aligncenter" title="CLIQUE aqui para enviar para o Orkut, Blog, Flog..." src="http://www.enviealegria.com/figuras/saudacoes/z1226227252.jpg" alt="" width="500" height="400" /></a></span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">Arco-íris da manhã,<br />
vidente do alvorecer,<br />
aquarela do cotidiano,<br />
cativando a &#8220;feira&#8221;&#8230;<br />
Entre! Não repare<br />
&#8230;.no desalinho<br />
acabei de acordar,<br />
e vim correndo<br />
a janela escancarar<br />
para a luz do sol entrar<br />
e me deparei com você,<br />
beijando o meu dia!</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">Re&#8230;Elizabeth</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">(Rio de Janeiro/RJ,  segunda-feira, 03 de novembro de 2008)</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">*Repeite os Direitos Autorais</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Nossa Aquarela</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Nov 2008 13:38:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Re...Elizabeth</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Filosofia do Cotidiano]]></category>

		<category><![CDATA[amantes]]></category>

		<category><![CDATA[aquarela]]></category>

		<category><![CDATA[mágico]]></category>

		<category><![CDATA[navegar]]></category>

		<category><![CDATA[rotina]]></category>

		<category><![CDATA[tela]]></category>

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		<description><![CDATA[
Na transparência noturna, brota a essência da música,  tocando o coração, que dispara,  fazendo a dança acontecer&#8230;e os acordes saem borbulhantes de uma orquídea selvagem&#8230; revestidos de plumagem, trazendo a harmonia caótica, existente no leito dos amantes, que fixam residência, nos grilhões mágicos da liberdade.
Esta é a nossa aquarela&#8230;pare, e ouça os gritos  que ainda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #b6b089;"><a href="http://www.enviealegria.com.br/figuras/envia.php?cat=amor&amp;img=z1226228127.jpg" target="_blank"><img class="alignnone" title="CLIQUE aqui para enviar para o Orkut, Blog, Flog..." src="http://www.enviealegria.com/figuras/amor/z1226228127.jpg" alt="" width="500" height="400" /></a></p>
<p>Na transparência noturna, brota a essência da música,  tocando o coração, que dispara,  fazendo a dança acontecer&#8230;e os acordes saem borbulhantes de uma orquídea selvagem&#8230; revestidos de plumagem, trazendo a harmonia caótica, existente no leito dos amantes, que fixam residência, nos grilhões mágicos da liberdade.</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">Esta é a nossa aquarela&#8230;pare, e ouça os gritos  que ainda ecoam na nossa tela&#8230; que surgi num estilete de luz, (re)nascendo num canto torto da vida, sem querer saber o porque da rotina&#8230; sobrevivendo, sem parar para refletir o desconforto da cama vazia, que depois do prazer, esfria&#8230;onde nem o bolor do gozo fermenta.</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">Nossos corpos são  meros operários de um desejo errante&#8230;e debutam o espaço inquietante, entre o real e o imaginário&#8230;equilibrando-se, precariamente, na  corda bamba e tênue, que separa os paralelos, num insano prazer.</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">E nesta eternidade&#8230;em toques encantados, nos mesclamos&#8230;fundindo passado e futuro&#8230;num milésimo de tempo, sem contabilizar&#8230;e o incomunicável deixa de ser contraditório, vira selo e profusão&#8230;numa fusão sem precisar de adptação.</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">Nos tocamos num bailado repleto de outono, onde germinam sementes numa identidade silenciosa, plainando em conquistas ondulantes, encarcerados no último átomo, que teima em não se misturar a poeira cósmica, e ressurgir Fênix, na penumbra do sol&#8230;na chama da lua&#8230;.fechando as cortinas, deste ato, flamejante.</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">Nossa aquarela é pincelada pelo devaneio, e a rota que traça o mapa&#8230; são mãos algemadas, que tateiam a íris, surfando na onda&#8230;. com os pés resvalando a vulva da praia&#8230;para mergulhar em crateras oceânicas.</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">Seguimos exploradores, navegando pelo arrebol dos desejos&#8230; espalhando espumas que riscam céus, em ondas gigantescas de segredos.</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">Escute! Ainda ecoa no cais da alma, os gritos silenciosos que demos nos arrecifes afoitos de nosso mar. Eles imergem das correntes, onde descamam, as comoções inenarráveis.</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">E assim mergulhamos no horizonte, junto ao crepitar do sol, quando alcança o mar&#8230;deixando um rastro na janela do entardecer, nos dissapamos nas rugas da noite&#8230;com o vento varrendo os sons diacrónicos, de nossos gritos, dilascerantes de prazer.</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">Fomos tantos&#8230;um só&#8230;em vários momentos&#8230;.fizemos parte da tela do dragão, fumando ópio, num caleidoscópio reverso do tempo, num hospício virtual.</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">Assino a aquarela&#8230; entre lágrimas e sorrisos, com a magia espreitando nas pontas dos dedos, sei que voltarei a rabiscar&#8230;por qual mar?&#8230; ah não ouso policiar, só quero captar a sintonia da tela branca, aguardando uma nova aquarela, onde pinceladas coloridas irão se entrelaçar&#8230;.decifrando novos segredos, compartilhando o mesmo espaço&#8230;usando a mesma linguagem&#8230;sorrindo ante um mundo secreto, profundo e suave, de almas que se envolvem numa paisagem com destino certo, no universo de claros, e incertos, sentimentos. </span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">E saiba que não consigo visualizar outro jeito, de rabiscar, uma longa espera, em um momento mágico!</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">Re&#8230;Elizabeth</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">(Rio de Janeiro/RJ, domingo, 02 de novembro de 2008)</span></p>
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		<title>Gula</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Nov 2008 04:33:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Re...Elizabeth</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Alcatéia de Rabiscos]]></category>

		<category><![CDATA[desejo]]></category>

		<category><![CDATA[gula]]></category>

		<category><![CDATA[luar]]></category>

		<category><![CDATA[magia]]></category>

		<category><![CDATA[pecado]]></category>

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		<description><![CDATA[
&#8230;na insônia me debato,
entre a relva e o espaço
vou almejando o luar&#8230;
e o lobo ao qual irei amar.
A gula se faz pecado, vou
salivando, junto ao céu, e
vem chuvas alviçareiras
entre brumas estrangeiras
de um sonho nada ateu&#8230; 
Não me contenho na gula
e danço nua ao luar&#8230;
embriagada pela energia,
pulsante do caldeirão,
que borbulha no coração.
Bailo sonhando&#8230;
um lobo enfeitiçar,
e a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #b6b089;"><a href="http://www.enviealegria.com.br/figuras/envia.php?cat=pensamentos&amp;img=z1226228709.jpg" target="_blank"><img class="aligncenter" title="CLIQUE aqui para enviar para o Orkut, Blog, Flog..." src="http://www.enviealegria.com/figuras/pensamentos/z1226228709.jpg" alt="" width="500" height="400" /></a></span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">&#8230;na insônia me debato,<br />
entre a relva e o espaço<br />
vou almejando o luar&#8230;<br />
e o lobo ao qual irei amar.</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">A gula se faz pecado, vou<br />
salivando, junto ao céu, e<br />
vem chuvas alviçareiras<br />
entre brumas estrangeiras<br />
de um sonho nada ateu&#8230; </span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">Não me contenho na gula<br />
e danço nua ao luar&#8230;<br />
embriagada pela energia,<br />
pulsante do caldeirão,<br />
que borbulha no coração.</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">Bailo sonhando&#8230;<br />
um lobo enfeitiçar,<br />
e a magia da paixão<br />
enfim eternizar.</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">Amores a encontrar<br />
luares a fazer sonhar<br />
Caminhos a traçar&#8230;<br />
mistérios a desvendar.</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">A magia está no ar&#8230;<br />
pensamentos a divagar<br />
na gula do meu Amar.</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">Re&#8230;Elizabeth<br />
Luciana Rocha<br />
<span style="color: #b6b089;">Neviston Saraiva</span><br />
</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">(Alcatéia/Orkut, 31 de outubro de 2008)</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">*Respeite os Direitos Autorais</span></p>
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		<item>
		<title>Razão na Demência</title>
		<link>http://www.enviealegria.com.br/reelizabeth/2008/10/razao-na-demencia/</link>
		<comments>http://www.enviealegria.com.br/reelizabeth/2008/10/razao-na-demencia/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 30 Oct 2008 12:09:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Re...Elizabeth</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Traçando Rabiscos]]></category>

		<category><![CDATA[demência]]></category>

		<category><![CDATA[esboço]]></category>

		<category><![CDATA[rabisco]]></category>

		<category><![CDATA[razão]]></category>

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		<description><![CDATA[Um rabisco nada mais é que o esboço de algo, que de alguma maneira, tocou quem risca&#8230; se o corrupto é belo, ou  tem encanto na mesmice do feio.. só a crítica de quem ler, poderá definir.
Mas creia, jamais será moral ou imoral&#8230; não existe moralidade na arte de rabiscar, somente na vida imperfeita, de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #b6b089;">Um rabisco nada mais é que o esboço de algo, que de alguma maneira, tocou quem risca&#8230; se o corrupto é belo, ou  tem encanto na mesmice do feio.. só a crítica de quem ler, poderá definir.</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">Mas creia, jamais será moral ou imoral&#8230; não existe moralidade na arte de rabiscar, somente na vida imperfeita, de quem se atreve a montar um quebra-cabeças de letrinhas.</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">Portanto, não ouse atribuir  ética&#8230; é imperdoável com os personagens que povoam o pensamento. Nenhum deles querem provar nada&#8230; são meras comoções, e  como tal, quando nao divergem&#8230; criticam,  ou se contradizem&#8230; são complexas e adoram divã de analista (no caso quem dedilha),  diria até que são atores&#8230; e ao abrirem o guarda-roupa do cotidiano&#8230;vestem o que lhes convém no momento.</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">Ah e são viciados em esboçarem um estereótipo línguistico, às vezes tão rebuscado, que  acabam exaurindo as artérias&#8230;  descarnando a vida, e injetando fel no simplório coração.<span style="color: #b6b089;">Muitas vezes tornam-se tão prosaicos, que tentam colocar razão, onde somente a doidivana demência  reside.</span></span><span style="color: #b6b089;"><span style="color: #b6b089;"> </p>
<p></span></span><span style="color: #b6b089;">Mas não se enganem&#8230; eles tudo vêm&#8230; tudo sentem&#8230; e nas insônias palpáveis costumam sibilar canções, que traduzem as asas exauridas&#8230;. caídas do céu.</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">Temo pela sanidade deste mundo, pois quando não houver mais nenhum personagem povoando este ãmago&#8230; não conseguirei rabiscar&#8230; sem ar, morri.</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">Re&#8230;Elizabeth</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">(Rio de Janeiro/RJ, quinta-feira, 30 de outubro de 2008)</span></p>
<p><span style="color: #b6b089;">*Respeite os Direitos Autorais</span></p>
]]></content:encoded>
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